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5 curiosidades que não são trabalho para uma Desentupidora

Algumas tarefas que envolvem redes de água e esgoto precisam de muito mais que uma desentupidora para serem resolvidas.


Desentupimento de bueiro


Quem trabalha em uma empresa desentupidora está acostumado a lidar com os desafios da profissão, como mau cheiro, dejeto humanos e até mesmo algumas situações inusitadas. No entanto, alguns casos muito diferentes já ocorreram no local de trabalho típico desses especialistas, mas quem acabou resolvendo foram profissionais bem diferentes... Confira:


Miados na tubulação de água


Na cidade de São Carlos, no interior de São Paulo, os miados ouvidos de dentro de uma tubulação de água chamaram a atenção dos moradores. Um gatinho estava preso há um dia no interior do local e foi preciso acionar o corpo de bombeiros para realizar o salvamento do animal.
Em uma tubulação de cerca de 5 metros entre manilhas e canos de PVC, os bombeiros usaram marretas, talhadeira e muita força para retirar o gato, que estava entalado justamente em um ponto onde havia uma redução do diâmetro da tubulação, a 1,5 metros do fim, embaixo da escada de um imóvel. Depois de uma hora e meia de trabalho, o gatinho foi resgatado sem ferimentos, mas muito cansado.

Soterramento no poço


Em mais um trabalho para o Corpo de Bombeiros, dessa vez na cidade de Mojuí dos Campos, no Pará, foi a vez de executar o resgate de um homem de 50 anos que ficou soterrado até o pescoço enquanto fazia a manutenção para reativar um poço estava há anos sem funcionar. Ele passou quase doze horas no local, que tem 18 metros de profundidade.
Para que a vítima sobrevivesse ao acidente, foi preciso retirar a areia sobre o corpo do homem, uma tarefa dificultada pela qualidade do solo. Foi feita uma escora de madeira que protegeu a vítima e o bombeiro que o resgatou e só depois de muito trabalho, quando finalmente começou a mexer o corpo, ele foi removido e enviado para o hospital.

Banheiro do avião entupido


Em 2016, um avião da companhia Pakistan International Airlines (PIA), que saiu de Toronto, no Canadá, com destino a Lahore, no Paquistão, teve que fazer um pouso de emergência na Inglaterra. O motivo foi o entupimento dos banheiros da aeronave, que causou um atraso de cinco horas na viagem.
De acordo com a empresa, um passageiro não identificado atirou um material sólido no vaso sanitário da aeronave. Como as toaletes são interligados por um sistema de drenagem comum, todos os sanitários ficaram entupidos, sem que os viajantes pudessem se aliviar. A parada foi essencial para realizar o desentupimento e deixar a aeronave pronta para o uso.

Como usar o banheiro no espaço


A Nasa está preocupada com a higiene de seus astronautas. Hoje, na ISS (que em inglês significa Estação Espacial Internacional), os astronautas encontram no banheiro uma espécie de privada para se aliviar. O mecanismo de saneamento aciona uma descarga a vácuo para sugar e armazenar as fezes em um reservatório próprio para isso. No entanto, caso a solução apresente falhas, o único local em que eles podem se aliviar é em suas próprias roupas espaciais, o que pode causar doenças.
A agência espacial até lançou um desafio para que as pessoas ajudem a pensar em estratégias eficientes para a eliminação dos dejetos humanos sem arriscar a vida dos tripulantes. Como daqui a apenas alguns anos as viagens espaciais já serão um verdadeiro destino turístico, será preciso oferecer conforto para os futuros “hóspedes”.

Estátua Egípcia


Nas últimas semanas, um lugar inusitado foi palco de uma das maiores descobertas arqueológicas recentes: sob o esgoto e o lodo de uma favela nos arredores do Cairo, capital do Egito, foi encontrada uma estátua gigantesca de quartzito. A expectativa era que ela poderia ser a representação do faraó Ramsés II, que governou o local há mais de 3 mil anos.
A novidade, que tem cerca de nove metros de altura e pesa sete toneladas, inclui a cabeça e o peitoral de um homem e, embora esteja danificada, a expectativa é de expor as peças no Grande Museu Egípcio, em 2018. Depois de muito estudo, no entanto, a hipótese é de que a estátua seja, na verdade, de Psamético I, que viveu cerca de 600 anos antes de Ramsés II.

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